PROJETO DE ILUMINAÇÃO DEVE CONSIDERAR USO DO AMBIENTE

LED ganha mercado com o apelo de economia e durabilidade.

A sensação de bem-estar que um cômodo oferece é diretamente proporcional à incidência de luz. Por isso, um projeto de iluminação deve levar em conta o uso dado a cada espaço .
De modo geral, ambientes de trabalho, cozinhas e lavanderias pedem luz branca.
“Ela parece mais clara e luminosa, mas, como não reproduz cores com tanta fidelidade, é menos acolhedora”, diz o arquiteto Rodrigo Costa, do Studio Costa Marques.
A luz amarela é mais indicada para espaços de relaxamento, mas, para Costa, ela cabe em quase todo lugar, inclusive na cozinha, “se quiser um ambiente charmoso”.
E não é proibido mesclar. “Misturamos as luzes em banheiros e closets”, diz Mônica Ferro, da loja de iluminação Wall Lamps.
Há vários tipos de luminárias, como arandela, coluna, pendente e spot. Cada um tem especificidades, mas não há regras de aplicação.
Com tantas opções, ultrapassado é iluminar ambientes de uma única forma. “Ninguém mais quer apenas um lustre na sala”, diz Alessandra Friedmann, diretora da loja La Lampe, que também faz projetos de iluminação.
Friedmann conta que as principais demandas dos clientes são flexibilidade de uso, economia de energia e manutenção fácil.

SUSTENTÁVEL
Quando o assunto é eficiência energética, o LED é imbatível e, por isso, vem conquistando mercado. Ele reduz o consumo de energia em cerca de 90% e tem duração 30 vezes maior que lâmpadas incandescentes.
Ferro utiliza fitas de LED para substituir sancas com lâmpadas fluorescentes.
Segundo Costa, a qualidade do LED evoluiu no Brasil. “Hoje, há boas opções, inclusive com tons amarelados.”
A instalação é simples, porque requer a mesma base e soquete de lâmpadas convencionais. Os custos de produção, no entanto, ainda encarecem um pouco o produto.

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Matéria publicada em 27 de abril de 2014 pelo jornal Folha de São Paulo.

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